quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Descanso no semáforo


Sinal verde,
Este é o parar pro garoto
Que Corre de contra o sufoco
Que caça uma borboleta cinzenta
Mas É só fumaça
Que descansa num belo travesseiro
Mas É só fumaça
Que Avista outros garotos com pirulitos na boca
Mas É só fumaça


Sinal Amarelo,
Este é o alerta pro garoto
Que Corre de contra o aborto
Que tenta admirar as nuvens
Mas É só fumaça
Que esforça pra comer a massa
Mas É só fumaça
Que banha numa cachoeira
Mas É só fumaça


Sinal Vermelho,
Este é o segue pro garoto
Que Corre de favor ao movimento
Que incessamente tenta exterminar a fumaça
Mas é só fumaça
Então volta limpar vidraças
Cheias de fumaça

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

desde o ZERO




Explicações teóricas afins de existencialismo são relativamente importunas para uma grande maioria que pensa já ser complicado se entender, dirás querer entender fulano, beltrano e sicrano. Isso se dá ainda mais quando se trata do mundo em que vivo, o mundo dos números, todos acham que somos tão exatos que nada temos a dizer.

Essa parábola que conto vem dum fluxo de ideias, a qual me deixava abismado quanto à cólera que vocês seres humanos tinham de mim e de todos meus amigos números, talvez pelo fato de determos responsabilidades de chefiar coisas muito importantes para vocês: como o tempo, os sinais, os valores, dentre outras demais classificações. Vocês nos usam, nos movimentando pra atender os seus recursos, confesso que ao meu ver, muitas vezes ingratos. Eu não queria pensar assim de vocês, afinal existe uma relação mútua entre nós, sentimos vazios sem as suas presenças e  sabemos que também sentem, quando estão sem nós. Portanto tomei a decisão de permitir que nos delimitassem. Então, me colocaram na condição de um sol. Não nego que me agradei por demais com essa ideia, eu era o zero, o ponto de partida do meu grupo que agora, começou a ser chamado de cardinais, éramos dez ao total. A ordem era 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9.

Por um breve tempo a felicidade foi instalada. Éramos até mesmo alvo de discussões para ver qual era o preferido de cada humano, eramos lembrados em datas importantes. Mas como já desconfiávamos da natureza humana,  decidiram nos movimentar mais, e mais, e mais. A criação do capital provocou até mesmo estranhas aglutinações do nosso uso, e as discussões agora eram sobre quem possuiria o maior número possível. Nós sabíamos que éramos grandes, só que não sentíamos mais desta forma, meus amigos ficaram tão chocados com isto que obtiveram uma presença negativa imensa e se transformaram em -1, -2 , -3, - 4 , - 5 , -6, -7, -8 e -9. Tava a confusão formada, eu ganhei agora um peso gigante, afinal eu estava na responsabilidade de centro, não podia ter carga, tive que me manter indiferente às opiniões. Então, talvez por isso, muitos me odeiam, ninguém quer dizer que tá zerado, pois visto isso no mundo do capital, é algo ruim, pior do que os negativos, porque estes dependem dos pontos por onde estão olhando o ocorrido. Afinal o ditado afirma: "é ruim pra uns, melhor pra outros".

Não nego minha tristeza quanto ao fato de na escola, a professora lecionando matemática dizer aos seus alunos que o ZERO não faz diferença nos cálculos. Pensei em desaparecer de uma vez do meu mundo, então conversei com meus colegas do mundo das palavras, me convenceram de que do a ao z, muito eu poderia dizer. E assim, eles cederam a si mesmos para que eu pudesse escrever nesse papel aqui, e só assim, vocês humanos talvez, pudessem entender como me sinto.

Tão pouco tempo me afastei, já notei a inigualável desordem que assolaria o mundo de vocês, já estavam planejando uma tal de 3ªGuerra Mundial, destruir uns aos outros parecia a única solução, além de não mais fazer contas da matemática, já não podiam contar nem comigo, nem consigo mesmos.

E por pensar sempre no fundo das coisas, da infinitude da existência, eu circulei meus pensamentos por minha forma igualmente infinita, e percebi o que já desconfiava, ao todo, nós do mundo dos números e meus amigos do mundo das palavras, representamos DEZ, CEM, MIL, MILHÕES, INFINITOS significados para vocês.


quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Gran poesia ao admirável dono dos fatos & matos


Tudo lá está em ordem natural
Há restos incertos
& restos completos
Nos devidos cantos dos matos
Lá vem a necessidade de aptidão dos fatos

Contudo os rastros dos ratos
só ficam nos matos baratos
Pois ratos não são fatos devidos
Para gatos compreendidos

Na mata coberta
há chuvas incertas & chuvas completas
Ocasionada pela subordinagem
da jardinagem
do bixo que se julga mais forte que
todos fatos, ratos, gatos e matos
bixo que só faz o que lhe convém de panfletagem

pois se está é a ação
fica cá uma não tão bela admiração
ao admirável dono dos fatos e matos

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Entre o vísivel e o invisível


A análise das entranhas e todos os feixes que suspendem um RES ao mundo se dão dum modo totalmente incomparável e simples. O nascer é tão visível para todos, tudo é tão claro, não há duvida da cor transmitida, pois ali todas as cores existentes se unem em prol de formar uma única cor, o branco, que por sua vez quer apenas representar LUZ.


A luz é a palavra que define o início da caminhada do RES entre o visível e o invisível, o tempo toma a função de mostrar muitas cores para se misturarem e os rastros que essas deixam: umas tão claras quanto, as belas manhãs de clima ameno e outras tão escuras quanto as horripilantes noites de clima tempestuoso, os aprendizados são tão visíveis, porém nem tudo éclaro,nestaetapa a cor adaptada é que representa ESCOLHA.


A escolha é a palavra que define o transcorrer entre o visível e o invisível, as cores que se apresentam na mão aparecerão de acordo com o estojo que o RES tomara como referência. Tendo uma cor definitiva o RES será tomado como limitado para todos os outros demais RES que acreditam no apenas no visível, inevitável escapar das análises, tudo isso será definido como JULGAMENTO.


O julgamento é a palavra que delimitará todo processo da complicada jornada do RES entre o visível e o invisível, o RES sente todas as conseqüências da vasta colorização do seu ser do início ao fim, onde ele não sabe mais definir no que mais acreditar se no visto que se mostrou invisível ou no não visto que se mostrou visível. Então pensa no que importa no instante, procura os céus e ver as respostas das suas perguntas que o afligia tanto, visível ou invisível não importava mais, ele descobrira a sua essência, ele não era mais um RES, pois sua verdadeira face era de um SER.


No encontro da reflexão o SER deseja optar por uma cor que havia posto ele no maior patamar de importância para todos e em todos os momentos que buscara esta ele era o maior de todos, então decidira terminar como começara adotando a cor da luz, a cor da paz, a cor branca. Por últimos instantes desta decisão, quisera o SER perpetuar o que tinha aprendido, porém os RES não permitiram, só que nada mudaria mais, pois entre o visível e o invisível nada pode inverter os SERES, já que este é um cabimento que cada deve fazer, representando assim CONCLUSÃO.

sábado, 27 de outubro de 2007

A Nova Roupa


Busquei definição
Deram – me,
vestimenta de apresentação
Pra que roupa?
Pra não ficar nu.
Pra exercer socialibade.


Uns tem roupas grandes
Outras roupas maiores
Ainda havendo os que nem têm
Na agonia da ação
Escolho que roupa?
Pra não passar vergonha
Pra não parecer outra coisa
O que mostra minha roupa?


Deixo de ser vermelho
Pra me adaptar ao azul anil
Haja calor!
Pra que sentir dor?
Pra não passar vergonha
Me submeti ao terror
O que agora mostra minha roupa?

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

A beira do movimento intelectualmente cinético

Inicialmente e posteriormente em repouso se mostra as cargas recheadas de energia com natureza intelectual made in brazil. Mercado exibicionista, com velocidade média de exportação absurda para estas que são inertes, feito ocorrido obviamente por conta de um empurrãozinho das cargas estrangeiras que exercem constantes movimentos aceleradissímos para ajudarem no tráfico de energia , divertimento de feitiches sedutores e redondas entrelaçadas em redes fazendo uma onda de entusiamo, essas e outras atrações só poderão encontrar no Big Brazil.


Em decorrimento dos prefixos, sufixos, gerúndios e mal-me-queres se embaralhem por mais, muito mais que um simples baralho com 54 cartas no cotidiano, a busca do batente das cargas fabricadas "verdadeiramente" no Brasil para retirar as pedras tenta se dá por gritos revolucionários, porém com tantas cartas espalhadas de maneira inadequada não há de se reclamar do conformismo , né josé? Os gritos não ecoam com ressonância, por conta dos diversos satélites e as caixas eletrônicas que causam essa interferência de sintonia dentre as cargas, pois só desejam se relacionar dentre as que tem a mesma natureza, perdendo assim o aprendizado das cargas diferentes.


Até que surgem algumas cargas renovadoras, essas se mantém de natureza neutra, analisando todos tipos de cargas, estudando e buscando melhorias na organização do baralho. Em contra partida, existem as cargas conservadoras que desejam manter o baralho desorganizado, apenas mantendo nas mãos as cartas poderosas: Valete, Dama, Rei e Coringa. Pra completar ainda existem cargas que nem se dá luxo de classificar como cargas, pois estas são inoperantes e não buscam de forma alguma se movimentar. Havendo assim tantas divergências entre cargas, dá pra compreender porque tende a ficar tudo na beira do movimento intelectualmente cinético.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

O viver dum garoto na estrada de anti - herói

A emissão de idéias começa com uma pequena caneta esferográfica que achei num pote velho e uma folha inicialmente branca que arranjei com meu vizinho Antônio. Eu , nas condições de um jovem garoto de meus poucos 11 anos e tão miúdos pequenos 1,50 metros de altura. Conhecendo que nesse mundo circundante não habitam - se seres imagináveis como cavalheiros medievais para vencerem os terríveis dragões , sendo que os dragões sim, estes estão em interminável abundância caminhando pelas praças com seus grandes dentes e poderil de fogo assustando muitos coelhos inocentes. Fato muito estranho pois não vejo nenhum super – herói se importando com tamanha desolação que sente os carentes que sofrem com diversos “vírus – vivos” que exercem sempre em alerta muitos ataques para destruir ou saquear aos que os opõem.


Papai , fez do máximo para me convencer que nas maioria dos casos extremos , se faria justiça quanto aos terríveis tiranias dos grandes vilões, isto poderia ser um grande fato , se pelo menos existissem quem combatesse os vilões . Não encontro heróis na minha vila , nem na do meu amigo Juca , muito menos do meu amigo Pedro , este fora terrílvemente violentado pelo simples fato de não está no padrão de classificação de um humanóide.


Torres me revelam , que o padrão humanóide está no viver robozóide , sei que diversas linhas invisíveis ultrapassam meu pequeno corpo , tento vê-las mas é impossível. Dizem que isto só se faz aqueles que podem ter poder aquisitivo, algo relacionado a um papel como este que escrevo porém muito fedorento. Não consigo compreender porque este meu papel tão “alvo” e “cheiroso”, para está em minhas mãos agora, foi preciso usar um papel lascado e fedorento que tantos valorizam como a razão da existência, por vezes penso que este encontra - se numa situação personificada , este papel tomou conta das mentes existentes , ninguém vive sem ele, dominador do mundo disparado.


Ainda que eu seja atacado por muitos dragões, grandes vilões e não haja nenhum super – herói para protege – me , vou valoriza este papel pois esta cor me agrada. No Término dessas pequenas linhas, tenho analisado se tenho mesmo aqueles 11 anos , talvez seja muito mais idade ou muito menos. Tanta correria para fugir de dragões , perdi noção do tempo real.

domingo, 8 de julho de 2007

Referencial ao titúlo blogal

Cá está um espaço , espaço que posso chamar de meu espaço já que eu que eu fiz .
Acho que me pertence , ou talvez ao bloguir , ahhhhh pertence a um tal de Gugli. Dizem que ninguém tem direito a uma tal de privadade? Algo assim , fiquei sabendo que esses invasores de privacidade sabe quem eu sou , sabe os livros que eu gosto , as músicas , os vídeos. Conhece todos os meus e-mails. Me precaver do quê? Aceita o slogan Don't be Evil,(Não seja do mal). Enfim , que esses invasores enriqueça com seus poucos magros 3,8 bilhões por mês e essas demais. Outras grandes amigas tem uma influencia forte no meu espaço , uma tal de Maicrosofiti sabes até onde eu moro , quando estou na máquina de computadoire, esse é meu grande universo da internelti.

Eu estou reclamando de bobagem , talvez um dia no meu grande universo real eu consiga um sucesso melhor que no da internelti , talvez eu consiga um pequeno balaio para lucrar gordos 380 reais por mês , pelo menos esse foi com meu esforço e suor real. Acredito que esse é um dos poucos casos que se pode distinguir o que real nesses tempos , tem acontecimentos que escandalizam tanto que se parece irreal, tamanha coisas se demonstram estapafúrdias.

Ainda assim tenho preferência ao meu balaio que lucra 380 reais, se eu que eu vou conseguir esse balaio , já que as poderosas "câmeras rapidamente - rápidas" tomam tanto espaço com tantos balaios bonitos e selecionados de acordo com a preferência do capital mais lucrativo , ops ... de acordo com a preferência do querido freguês.

Alguns insistem em falar que esses produtos dos balaios das "câmeras rapidamente - rápidas" não são bem naturais. Ahhh mas quem se importa com que tem dentro? A qualidade tá no exterior . Cof - Cof , como eu sou um chato vendedor de mercadorias , sei que os bons produtos são aqueles feito com lentidão e muita precisão no trabalho para se vender , mas eu continuo reclamando de um determindo balaio que nem sei se vou poder ter ... que chatice isso , reclamando de algo que eu tenho que aceitar de uma só vez ,que sou uma "simples câmera lenta" que pretende ser rápida se houver espaço para realizar tamanho feito . Ahhh! quem vai vencer são novamente "câmeras rapidamente - rápidas"algo inconfortável demais já que aquelas tem mesmo um bom visor colorido , mas uma péssima qualidade. Mas quem sabe , um dia com grande esforço eu consiga ter meu balaio e arranjar meus 3,8 bilhões de reais por mês , ops ... esses preços similares me confudem tanto , quis dizer 380 reais por mês. Quem sabe algum dia a fábula da Tartaruga e da Lebre se torne real quando ... quando... quando... talvez quando... Maldito achismo que embaça meu foco cameral... vou ver se na minha persistência consigo vender para aqueles alguns poucos insistentes que buscam os produtos naturais.