quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Gran poesia ao admirável dono dos fatos & matos


Tudo lá está em ordem natural
Há restos incertos
& restos completos
Nos devidos cantos dos matos
Lá vem a necessidade de aptidão dos fatos

Contudo os rastros dos ratos
só ficam nos matos baratos
Pois ratos não são fatos devidos
Para gatos compreendidos

Na mata coberta
há chuvas incertas & chuvas completas
Ocasionada pela subordinagem
da jardinagem
do bixo que se julga mais forte que
todos fatos, ratos, gatos e matos
bixo que só faz o que lhe convém de panfletagem

pois se está é a ação
fica cá uma não tão bela admiração
ao admirável dono dos fatos e matos

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Entre o vísivel e o invisível


A análise das entranhas e todos os feixes que suspendem um RES ao mundo se dão dum modo totalmente incomparável e simples. O nascer é tão visível para todos, tudo é tão claro, não há duvida da cor transmitida, pois ali todas as cores existentes se unem em prol de formar uma única cor, o branco, que por sua vez quer apenas representar LUZ.


A luz é a palavra que define o início da caminhada do RES entre o visível e o invisível, o tempo toma a função de mostrar muitas cores para se misturarem e os rastros que essas deixam: umas tão claras quanto, as belas manhãs de clima ameno e outras tão escuras quanto as horripilantes noites de clima tempestuoso, os aprendizados são tão visíveis, porém nem tudo éclaro,nestaetapa a cor adaptada é que representa ESCOLHA.


A escolha é a palavra que define o transcorrer entre o visível e o invisível, as cores que se apresentam na mão aparecerão de acordo com o estojo que o RES tomara como referência. Tendo uma cor definitiva o RES será tomado como limitado para todos os outros demais RES que acreditam no apenas no visível, inevitável escapar das análises, tudo isso será definido como JULGAMENTO.


O julgamento é a palavra que delimitará todo processo da complicada jornada do RES entre o visível e o invisível, o RES sente todas as conseqüências da vasta colorização do seu ser do início ao fim, onde ele não sabe mais definir no que mais acreditar se no visto que se mostrou invisível ou no não visto que se mostrou visível. Então pensa no que importa no instante, procura os céus e ver as respostas das suas perguntas que o afligia tanto, visível ou invisível não importava mais, ele descobrira a sua essência, ele não era mais um RES, pois sua verdadeira face era de um SER.


No encontro da reflexão o SER deseja optar por uma cor que havia posto ele no maior patamar de importância para todos e em todos os momentos que buscara esta ele era o maior de todos, então decidira terminar como começara adotando a cor da luz, a cor da paz, a cor branca. Por últimos instantes desta decisão, quisera o SER perpetuar o que tinha aprendido, porém os RES não permitiram, só que nada mudaria mais, pois entre o visível e o invisível nada pode inverter os SERES, já que este é um cabimento que cada deve fazer, representando assim CONCLUSÃO.