
I
Compreenda Seu Devir,
Dona Vida não quer se adaptar a nada
Ela já se acostumou a sê-la
em sua totalidade irreconhecível
Lhe foi dada a oportunidade
De ter sua essência animada
Desde então ela repousa
Pelas estradas do devir
Sensacionista
Deseja ser eterna
Ela lhe nega
Porém ela te ama meu caro senhor
Necessita do seu desequilíbrio - harmônico
Pois ela precisa fazer juízo ao seu próprio nome
II
Compreenda Dona Vida
Seu Devir é incostante
Ele não se acostuma em sê–lo
Deseja tornar – se sábio ao desconhecido
Lhe foi dada a capacidade
De ter sua existência perene
Desde então ele trafega
Pelos ares da vida
Intuitivo
Deseja ser transitório
Ele lhe condena
Porém ele te ama minha cara senhora
Precisa do seu equilíbrio – desarmônico
Pois ele também precisa seguir juízo ao seu próprio nome
III
À você
Ser Vivo
filho desta relação
Detenha – se a explorar sua imensidão
Pois eu, Grande Tempo
Tenho apenas a dizer
Panta rhei
Panta rhei
Panta rhei
...
Compreenda Seu Devir,
Dona Vida não quer se adaptar a nada
Ela já se acostumou a sê-la
em sua totalidade irreconhecível
Lhe foi dada a oportunidade
De ter sua essência animada
Desde então ela repousa
Pelas estradas do devir
Sensacionista
Deseja ser eterna
Ela lhe nega
Porém ela te ama meu caro senhor
Necessita do seu desequilíbrio - harmônico
Pois ela precisa fazer juízo ao seu próprio nome
II
Compreenda Dona Vida
Seu Devir é incostante
Ele não se acostuma em sê–lo
Deseja tornar – se sábio ao desconhecido
Lhe foi dada a capacidade
De ter sua existência perene
Desde então ele trafega
Pelos ares da vida
Intuitivo
Deseja ser transitório
Ele lhe condena
Porém ele te ama minha cara senhora
Precisa do seu equilíbrio – desarmônico
Pois ele também precisa seguir juízo ao seu próprio nome
III
À você
Ser Vivo
filho desta relação
Detenha – se a explorar sua imensidão
Pois eu, Grande Tempo
Tenho apenas a dizer
Panta rhei
Panta rhei
Panta rhei
...