segunda-feira, 24 de setembro de 2007

O viver dum garoto na estrada de anti - herói

A emissão de idéias começa com uma pequena caneta esferográfica que achei num pote velho e uma folha inicialmente branca que arranjei com meu vizinho Antônio. Eu , nas condições de um jovem garoto de meus poucos 11 anos e tão miúdos pequenos 1,50 metros de altura. Conhecendo que nesse mundo circundante não habitam - se seres imagináveis como cavalheiros medievais para vencerem os terríveis dragões , sendo que os dragões sim, estes estão em interminável abundância caminhando pelas praças com seus grandes dentes e poderil de fogo assustando muitos coelhos inocentes. Fato muito estranho pois não vejo nenhum super – herói se importando com tamanha desolação que sente os carentes que sofrem com diversos “vírus – vivos” que exercem sempre em alerta muitos ataques para destruir ou saquear aos que os opõem.


Papai , fez do máximo para me convencer que nas maioria dos casos extremos , se faria justiça quanto aos terríveis tiranias dos grandes vilões, isto poderia ser um grande fato , se pelo menos existissem quem combatesse os vilões . Não encontro heróis na minha vila , nem na do meu amigo Juca , muito menos do meu amigo Pedro , este fora terrílvemente violentado pelo simples fato de não está no padrão de classificação de um humanóide.


Torres me revelam , que o padrão humanóide está no viver robozóide , sei que diversas linhas invisíveis ultrapassam meu pequeno corpo , tento vê-las mas é impossível. Dizem que isto só se faz aqueles que podem ter poder aquisitivo, algo relacionado a um papel como este que escrevo porém muito fedorento. Não consigo compreender porque este meu papel tão “alvo” e “cheiroso”, para está em minhas mãos agora, foi preciso usar um papel lascado e fedorento que tantos valorizam como a razão da existência, por vezes penso que este encontra - se numa situação personificada , este papel tomou conta das mentes existentes , ninguém vive sem ele, dominador do mundo disparado.


Ainda que eu seja atacado por muitos dragões, grandes vilões e não haja nenhum super – herói para protege – me , vou valoriza este papel pois esta cor me agrada. No Término dessas pequenas linhas, tenho analisado se tenho mesmo aqueles 11 anos , talvez seja muito mais idade ou muito menos. Tanta correria para fugir de dragões , perdi noção do tempo real.

5 comentários:

Anônimo disse...

ow gerr ;O
nao sabia desse talento xD
alem de bom gosto musical escreve muito bem :O

Anônimo disse...

é difícil dar adjetivos igualáveis a tamanha obra-prima.Pena que somente poucos entenderão.É assim mesmo,o mundo está cheio de ignorantes.

biriba disse...

O mundo cultua a idolatria da perfeição e do capitalismo.

Cabe a nova geração combater estes dragões e conseguir conviver nesta estrada de anti-herói!

Anônimo disse...

Gerr ^^
Pra começo de comentario, eu não sabia que vc escrevia assim, parabens ^^V mas, isso é basico, o que importa, é o que vem agora:
3:32 da manha, e eu li o que tu escreveu, como se eu tivesse bebendo uma coisa boa (o.ô)
E eu gostei do realismo, de como tu escreveu, das palavras e todas coisas..e como tu falou mts coisas...tu falou a vida toda..em algumas (ótimas) linhas ^^
Isso ae meu amigo, continue assim..por td mundo XD

=**

nãoseileianaminhacamisa. disse...

talvez seja a hora de nós memso sermos os heróis, já que de vilões o brasil está lotado.