
A análise das entranhas e todos os feixes que suspendem um RES ao mundo se dão dum modo totalmente incomparável e simples. O nascer é tão visível para todos, tudo é tão claro, não há duvida da cor transmitida, pois ali todas as cores existentes se unem em prol de formar uma única cor, o branco, que por sua vez quer apenas representar LUZ.
A luz é a palavra que define o início da caminhada do RES entre o visível e o invisível, o tempo toma a função de mostrar muitas cores para se misturarem e os rastros que essas deixam: umas tão claras quanto, as belas manhãs de clima ameno e outras tão escuras quanto as horripilantes noites de clima tempestuoso, os aprendizados são tão visíveis, porém nem tudo éclaro,nestaetapa a cor adaptada é que representa ESCOLHA.
A escolha é a palavra que define o transcorrer entre o visível e o invisível, as cores que se apresentam na mão aparecerão de acordo com o estojo que o RES tomara como referência. Tendo uma cor definitiva o RES será tomado como limitado para todos os outros demais RES que acreditam no apenas no visível, inevitável escapar das análises, tudo isso será definido como JULGAMENTO.
O julgamento é a palavra que delimitará todo processo da complicada jornada do RES entre o visível e o invisível, o RES sente todas as conseqüências da vasta colorização do seu ser do início ao fim, onde ele não sabe mais definir no que mais acreditar se no visto que se mostrou invisível ou no não visto que se mostrou visível. Então pensa no que importa no instante, procura os céus e ver as respostas das suas perguntas que o afligia tanto, visível ou invisível não importava mais, ele descobrira a sua essência, ele não era mais um RES, pois sua verdadeira face era de um SER.
No encontro da reflexão o SER deseja optar por uma cor que havia posto ele no maior patamar de importância para todos e em todos os momentos que buscara esta ele era o maior de todos, então decidira terminar como começara adotando a cor da luz, a cor da paz, a cor branca. Por últimos instantes desta decisão, quisera o SER perpetuar o que tinha aprendido, porém os RES não permitiram, só que nada mudaria mais, pois entre o visível e o invisível nada pode inverter os SERES, já que este é um cabimento que cada deve fazer, representando assim CONCLUSÃO.
3 comentários:
Bem...
Esse texto mostrou a busca incessante do ser humano na procura de sua real missão, comportamento, e engajamento para se continuar vivendo,na procura da verdadeira e mais importante responsabilidade que nós temos na nossa vida: a procura da verdadeira essência, esta infalível para sobreviver e se manter em um mundo tão complexo assim.
Parabéns, e que vc sempre cultive a ânsia de conhecer e desbravar tudo que há de melhor no ser humano.
Que bom seria se todos os seres adotassem a cor da luz, e chegassem a conclusão de que o mais conveniente é não ficar no invisível e sempre buscar o vísivel!!!
Continue assim, você tem futuro!
Sem fazer outra obra por cima da sua,digo humildemente:FASCINANTE
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